escute:

candycoatedfury:

mainsstream-teenss:

The best ever episode of catfish

i saw this post before i watched catfish and i seriously thought this was some sort of sketch from youtubers or something but no it’s real and so good

I need the video for this

found it (x)

candycoatedfury:

mainsstream-teenss:

The best ever episode of catfish

i saw this post before i watched catfish and i seriously thought this was some sort of sketch from youtubers or something but no it’s real and so good

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greendale seven appreciation week(s): day seven
free choice: pop culture references

capricorn-onthe-cob:

coolator:

the turkey swiss on rye incident

aha, the full post. get back on my blog.

UAHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHSUSHDUIASHDIAUSFSAIFSAUFHASF ASUFNSAFIASBFIUSAFSA FUASBFSAUFAS FASUFASUFASF SUHASUAHSUAHSUAHSUAHSAS AUSHAUSHAUHS

annethecatdetective:

burning-high-rise:

whorishgreen:

whorishgreen:

I’ve never been more emotional about any social media post in my entire life

UPDATE: guys Beth Broderick tweeted yesterday that this Salem is THE SAME SALEM!!! He’s 20 years old man!!!! 20!

That Salem is still kicking is all I care about.

cienciahoje:

Imagem da semana: ‘Grandes navegações’
Atravessar um oceano, sozinho, num barco a remo. Alguém seria louco – ou corajoso e inventivo – o suficiente para isso? Pois o brasileiro Amyr Klink foi. Há exatos 30 anos, em 18 de setembro de 1984, o navegador chegou a Salvador, na Bahia, depois de percorrer as três mil milhas que separam a cidade da costa africana a bordo do I.A.T., barco a remo que ele mesmo construiu. Foi a primeira das grandes viagens que chamaram a atenção do mundo e transformaram esse economista em um dos maiores navegadores modernos. 

Em sua jornada inaugural, Klink saiu de Luderitz, na Namíbia, em 12 de junho de 1984. Eram muitos os desafios e os detalhes que precisavam ser cuidadosamente preparados. Por exemplo, calcular exatamente quantos gramas de comida seriam necessários, quais os utensílios indispensáveis para cozinhar e os instrumentos para navegar, entre muitos outros pontos. 
O I.A.T. foi projetado especialmente para o desafio: como seria impossível terminar a viagem sem que o barco acabasse virado de ponta-cabeça por alguma grande onda, ele foi desenvolvido para capotar sem problemas, ou seja, para virar e desvirar sozinho. Problemas como os ataques de tubarões e o crescimento de molusco no casco também ameaçaram decretar o fim precoce da aventura. O feito, registrado por Klink no livro Cem dias entre céu e mar, até hoje não foi repetido por ninguém. 

Esse foi apenas o começo. O brasileiro participou de uma expedição nacional à Antártica em 1986, e partiu em nova aventura solo em 1989, rumo aos extremos do mundo e a bordo de um veleiro também construído por ele, o Paratii. Na viagem, retornou ao continente gelado, onde permaneceu por cerca de um ano (sendo sete meses preso no gelo da baía de Dorian), e rumou depois para o polo Norte. A partir daí, as visitas à Antártica se tornaram constantes. Por lá, realizou uma de suas viagens solitárias mais perigosas, em 1998. Também a bordo do Paratii, circunavegou o continente pela rota mais difícil, uma expedição de 88 dias retratados em outro livro, Mar Sem Fim.
Ao longo das últimas três décadas, o brasileiro criou canoas, barcos e até grandes veleiros e acumulou mais de 200 mil milhas percorridas em alto-mar. Apesar de não ter qualquer formação em engenharia, seus barcos são reconhecidos pelas inovações e soluções criativas, planejadas para superar os desafios de cada expedição.  

Hoje um veterano dos mares e palestrante de sucesso, Klink tem opiniões fortes sobre temas relacionados à exploração das águas do mundo. Em 30 anos, a aparelhagem de geolocalização e as previsões meteorológicas evoluíram muito, mas ele lamenta o declínio do radioamadorismo, o que teria tornado a navegação mais solitária. Também costuma destacar o impacto das mudanças climáticas, em especial sobre seu destino preferido, a Antártica. Uma coisa, porém, não mudou: a emoção de desbravar os mares! 
Leia uma entrevista do brasileiro à Época Negócios, em que fala sobre suas viagens e discute suas ideias: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Vida/noticia/2014/09/amyr-klink-detesto-palavra-sucesso-por-mim-queimava-todos-os-livros-de-autoajuda.html 
Em entrevista à Folha de São Paulo, Klink compara a navegação de hoje ao ambiente de três décadas atrás: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/09/1508872-ambiente-e-tecnologia-mudaram-os-navegadores-diz-klink-30-anos-apos-cruzar-atlantico-a-remo.shtml 

Linha de quadrinho voltada para adultos mostra o Astronauta, da Turma da Mônica, numa história de solidão e isolamento no espaço, com prefácio de Klink: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/11/uma-odisseia-brasileira-no-espaco/ 
Colunista fala sobre impactos do aquecimento global, que pode gerar mudanças nos ciclones tropicais e resultar em mais secas na região e no derretimento de geleiras na Antártica: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/previsoes-nada-otimistas/   
Pesquisa avalia como as cadeias alimentares dos polos Norte e Sul respondem ao aquecimento global: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/polos-aquecidos 
Com projeto arquitetônico definido, nova estação brasileira na Antártica deverá ficar pronta até o começo de 2015: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/04/bola-para-frente 
Incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz pode ser visto como um aprendizado para a reconstrução da base: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/299/antartida-nova-estacao-novos-desafios 

Evento internacional aproxima cientistas que estudam os polos de alunos do ensino fundamental e médio: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2012/08/conversas-polares 
Artigos publicados na revista Ciência Hoje mostram que lixo acumulado nas praias do litoral e resíduos sólidos gerados por atividades humanas são graves problemas dos ambientes marinhos: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/lixo-nos-mares/ e http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/o-que-temos-a-ver-com-isso 
Brasil torna-se membro do maior programa internacional de pesquisa no oceano: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/08/a-maioridade-no-mar/ 
Estudo aponta que o estreito de Bering atua como um estabilizador do clima do nosso planeta: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/04/barreira-climatica/ 

Documentário denuncia que descarte do plástico está formando uma sopa tóxica nos oceanos, que ameaça a biodiversidade marinha e a vida humana: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/03/oceanos-de-plastico/ 
Liderado por um brasileiro, levantamento inédito no Atlântico sul procura conhecer diversidade biológica de área ainda não explorada: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/navegar-e-preciso/ 
Estudo mapeou o continente ‘escondido’ sob o gelo eterno da Antártica: http://cienciahoje.tumblr.com/53841017938
Relembre outra aventura na Antártica – a conquista do continente gelado pelo norueguês Ronald Amundsen: http://on.fb.me/1r3fRwe
Todas as imagens desse post foram gentilmente cedidas pela página oficial do navegador, AmyrKlink.com.br.
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre Antártica, mudanças climáticas e oceanografia na página da Ciência Hoje On-line

cienciahoje:

Imagem da semana: ‘Grandes navegações’

Atravessar um oceano, sozinho, num barco a remo. Alguém seria louco – ou corajoso e inventivo – o suficiente para isso? Pois o brasileiro Amyr Klink foi. Há exatos 30 anos, em 18 de setembro de 1984, o navegador chegou a Salvador, na Bahia, depois de percorrer as três mil milhas que separam a cidade da costa africana a bordo do I.A.T., barco a remo que ele mesmo construiu. Foi a primeira das grandes viagens que chamaram a atenção do mundo e transformaram esse economista em um dos maiores navegadores modernos. 

Em sua jornada inaugural, Klink saiu de Luderitz, na Namíbia, em 12 de junho de 1984. Eram muitos os desafios e os detalhes que precisavam ser cuidadosamente preparados. Por exemplo, calcular exatamente quantos gramas de comida seriam necessários, quais os utensílios indispensáveis para cozinhar e os instrumentos para navegar, entre muitos outros pontos. 

O I.A.T. foi projetado especialmente para o desafio: como seria impossível terminar a viagem sem que o barco acabasse virado de ponta-cabeça por alguma grande onda, ele foi desenvolvido para capotar sem problemas, ou seja, para virar e desvirar sozinho. Problemas como os ataques de tubarões e o crescimento de molusco no casco também ameaçaram decretar o fim precoce da aventura. O feito, registrado por Klink no livro Cem dias entre céu e mar, até hoje não foi repetido por ninguém. 

Esse foi apenas o começo. O brasileiro participou de uma expedição nacional à Antártica em 1986, e partiu em nova aventura solo em 1989, rumo aos extremos do mundo e a bordo de um veleiro também construído por ele, o Paratii. Na viagem, retornou ao continente gelado, onde permaneceu por cerca de um ano (sendo sete meses preso no gelo da baía de Dorian), e rumou depois para o polo Norte. A partir daí, as visitas à Antártica se tornaram constantes. Por lá, realizou uma de suas viagens solitárias mais perigosas, em 1998. Também a bordo do Paratii, circunavegou o continente pela rota mais difícil, uma expedição de 88 dias retratados em outro livro, Mar Sem Fim.

Ao longo das últimas três décadas, o brasileiro criou canoas, barcos e até grandes veleiros e acumulou mais de 200 mil milhas percorridas em alto-mar. Apesar de não ter qualquer formação em engenharia, seus barcos são reconhecidos pelas inovações e soluções criativas, planejadas para superar os desafios de cada expedição.  

Hoje um veterano dos mares e palestrante de sucesso, Klink tem opiniões fortes sobre temas relacionados à exploração das águas do mundo. Em 30 anos, a aparelhagem de geolocalização e as previsões meteorológicas evoluíram muito, mas ele lamenta o declínio do radioamadorismo, o que teria tornado a navegação mais solitária. Também costuma destacar o impacto das mudanças climáticas, em especial sobre seu destino preferido, a Antártica. Uma coisa, porém, não mudou: a emoção de desbravar os mares! 

Leia uma entrevista do brasileiro à Época Negócios, em que fala sobre suas viagens e discute suas ideias: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Vida/noticia/2014/09/amyr-klink-detesto-palavra-sucesso-por-mim-queimava-todos-os-livros-de-autoajuda.html 

Em entrevista à Folha de São Paulo, Klink compara a navegação de hoje ao ambiente de três décadas atrás: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/09/1508872-ambiente-e-tecnologia-mudaram-os-navegadores-diz-klink-30-anos-apos-cruzar-atlantico-a-remo.shtml 

Linha de quadrinho voltada para adultos mostra o Astronauta, da Turma da Mônica, numa história de solidão e isolamento no espaço, com prefácio de Klink: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/11/uma-odisseia-brasileira-no-espaco/ 

Colunista fala sobre impactos do aquecimento global, que pode gerar mudanças nos ciclones tropicais e resultar em mais secas na região e no derretimento de geleiras na Antártica: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/previsoes-nada-otimistas/   

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Artigos publicados na revista Ciência Hoje mostram que lixo acumulado nas praias do litoral e resíduos sólidos gerados por atividades humanas são graves problemas dos ambientes marinhos: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/lixo-nos-mares/ e http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/313/o-que-temos-a-ver-com-isso 

Brasil torna-se membro do maior programa internacional de pesquisa no oceano: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/08/a-maioridade-no-mar/ 

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Documentário denuncia que descarte do plástico está formando uma sopa tóxica nos oceanos, que ameaça a biodiversidade marinha e a vida humana: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/03/oceanos-de-plastico/ 

Liderado por um brasileiro, levantamento inédito no Atlântico sul procura conhecer diversidade biológica de área ainda não explorada: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/04/navegar-e-preciso/ 

Estudo mapeou o continente ‘escondido’ sob o gelo eterno da Antártica: http://cienciahoje.tumblr.com/53841017938

Relembre outra aventura na Antártica  a conquista do continente gelado pelo norueguês Ronald Amundsen: http://on.fb.me/1r3fRwe

Todas as imagens desse post foram gentilmente cedidas pela página oficial do navegador, AmyrKlink.com.br.

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.

Leia mais novidades sobre Antártica, mudanças climáticas e oceanografia na página da Ciência Hoje On-line

noticemeeesenpai:

noticemeeesenpai:

This is from the actual game.

This has way more notes than I had imagined.

libertarian:

shreksforthememories:

food should be free. water should be free. housing should be free. power, fuel, electricity should be free. basic necessities should be free.

the idea of “people should have to work for a living” carries the implication that some people deserve to die

this is the worst thing i ever heard i need to go take a long nap

neilcicierega:

thehpalliance:

The YouTube community needs net neutrality.
The world is better off with the Potter Puppet Pals in them. Whether you’ve only seen Mysterious Ticking Noise or consider yourself a seasoned puppet historian, it’s clear that these puppets could probably take over the world. Instead, they make people laugh. We’re happy they’re here, and we’re happy we can get our PPP fix whenever we want to just by going to their channel. We want it to stay that way.
If big cable companies had their way, content would stop being equally accessible. For YouTubers, uploading videos would be next to impossible to begin with and we’d have to wait hours just to watch one video. Meanwhile, network television clips and dodgy advertisements would get priority access to your eyeballs.
We need to let the FCC know where we stand.
Join thousands of channels in signing the petition.

Help keep the puppets alive.

Marco Civil feelings

neilcicierega:

thehpalliance:

The YouTube community needs net neutrality.

The world is better off with the Potter Puppet Pals in them. Whether you’ve only seen Mysterious Ticking Noise or consider yourself a seasoned puppet historian, it’s clear that these puppets could probably take over the world. Instead, they make people laugh. We’re happy they’re here, and we’re happy we can get our PPP fix whenever we want to just by going to their channel. We want it to stay that way.

If big cable companies had their way, content would stop being equally accessible. For YouTubers, uploading videos would be next to impossible to begin with and we’d have to wait hours just to watch one video. Meanwhile, network television clips and dodgy advertisements would get priority access to your eyeballs.

We need to let the FCC know where we stand.

Join thousands of channels in signing the petition.

Help keep the puppets alive.

Marco Civil feelings

hut-art:

I made something

hut-art:

I made something

jathis:

cartel:

walking into the wrong class

image

THAT OWL LOOKS SO FUCKING

BEFUDDLED

my-stereo-heart-beats-for-you:

The fear of progression since the dawn of man